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Campinas Metrópole, maio/junho de 2001

CONTRATO ECOCAMP

A questão dos resíduos sólidos e o contrato com o Consórcio ECOCAMP foram objeto de Comissão Especial de Inquérito (CEI), na Câmara Municipal. O relatório final considera o fato do então prefeito Francisco Amaral assinar um contrato no fim do seu mandato, uma atitude de desrespeito aos valores éticos e morais do homem público. Aponta a presença de serviços dispensáveis e a conveniência de serem retirados do escopo do contrato. Há a necessidade de reavaliar aspectos quantitativos de determinados serviços e de reduzir os preços unitários, sobretudo da coleta domiciliar. Afirma ser possível reduzir em R$ 30 milhões o valor do contrato e aponta a necessidade de reestruturar o Departamento de Limpeza Urbana (DLU). Após a conclusão do trabalho da CEI, a comissão composta de representantes da PMC, Consórcio ECOCAMP e COMDEMA se reuniu para encontrar uma solução negociada ao contrato. Neste processo, representantes do COMDEMA se pautaram pelas conclusões do seminário promovido pelo Conselho, no mês de março. No dia 16 de maio, a Câmara Técnica de Resíduos Sólidos do COMDEMA apresentou um documento no qual sustenta a necessidade de se estabelecer preço justo para serviços efetivamente prestados, sem comprometer a sua qualidade e cumprir com as diretrizes ambientais estabelecidas pela CETESB. “Nas negociações, o COMDEMA enfatizou os aspectos ambientais e sociais. Espero que a decisão final permita reverter processo de degradação produzido pelo atual modelo de gestão dos resíduos domésticos em Campinas”, enfatiza o Coordenador da Câmara Técnica do Conselho, Hélio Shimizu.

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