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Correio Popular, Política, página 4 - Campinas, 15 de março de 2001

ENTIDADE FOI CONTRA CONTRATO COM ECOCAMP

No final do ano passado, o COMDEMA/Campinas encaminhou um ofício ao então prefeito Francisco Amaral (PPB) recomendando que não homologasse um contrato no valor de R$ 133,6 milhões, pelo período de quatro anos. O ofício enviado ao prefeito Francisco Amaral tinha seu peso político porque era assinado pelo então presidente do COMDEMA, Tadeu Silva da Gama, que na época era Secretário de Planejamento e Meio Ambiente. Entre as justificativas, para que o negócio não fosse fechado com as quatro empresas que compõem o Consórcio ECOCAMP, estava o fato de que a interrupção dos efeitos deste edital de licitação poderia “propiciar condições para o encontro de uma solução social e ambiental mais adequada para a população”. O coordenador da Câmara Técnica de Resíduos Sólidos do COMDEMA, Hélio Shimizu, afirmou que a assinatura de um contrato nos valores estabelecidos, para uma vigência de quatro anos, seria “duvidosa”, principalmente pelo momento em que seria celebrado. “A cidade fica desconfiada da assinatura de contrato nesse valor, no fim de um mandato”, se manifestou na época. No ofício, o COMDEMA recomendava a formulação de um novo edital que incorporasse sugestões, como: coleta seletiva, reciclagem, compostagem e formação de cooperativas para a geração de trabalho e renda.

Tatiana Fávaro

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